quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Muay Thai: de onde vem seu mestre?

O que hoje chamamos de Muay Thai aqui no Brasil, há mais de 2000 mil anos era chamado de Chupasart.

Alguns consideram o método como uma luta, outros como atividade física e mental e, para muitos, é uma Arte Marcial.

O Muay Thai é chamado e conhecido também pelos brasileiros como boxe tailandês e internacionalmente como Thai Boxing, além de ser reconhecido como a arte das oito armas.

No nosso post contaremos a história, o surgimento no mundo e quem foram os mestres que trouxeram o Muay Thai para o Brasil. Leia mais!


Como surgiu o Muay Thai

Segundo a história, habitantes da China Central migravam à procura de liberdade e de terras férteis, objetivando chegar na província de Yunann, nas margens do rio Yang Tsé, região onde supostamente deu-se início ao povo tailandês.

Neste trajeto, os tailandeses eram atacados por saqueadores, guerreiros e também por animais, além de contraírem muitas doenças.

Para se defenderem, eles desenvolveram uma luta que chamaram de Chupasart. Nessa luta, usavam armas como facas, lanças, escudos e machados, mas começaram a perceber que em seus treinamentos aconteciam acidentes e machucados entre eles.

Decidiram, então, substituir as armas por golpes com as palmas das mãos, atacando com as pontas do dedos e segurando o inimigo com as mãos em garras.

Assim, na Tailândia, foi o início do que hoje chamamos de Muay Thai.


O Muay Thai no Brasil

Da sua origem aos dias de hoje, o Muay Thai mudou e evoluiu muito. É um esporte reconhecido e praticado mundialmente, sendo o desporto mais praticado na Tailândia, sua terra de origem.

O esporte evolui tanto que, em 2016, recebeu do COI (Comitê Olímpico Internacional) reconhecimento provisório para se tornar um esporte olímpico.

Em 1979, o Muay Thai chegou ao Brasil, na cidade de Curitiba, por intermédio do Grão Mestre Nélio Borges de Souza, mais conhecido como Nélio Naja, que havia passado dois anos aprendendo os métodos com os mestres na Tailândia.

Naja foi a base principal para que Curitiba despertasse no cenário nacional, através da formação de outros lutadores, formando campeões nacionais.


A evolução do Muay Thai no Brasil

Aprender uma arte marcial milenar requer do aluno e do praticante muita atenção no quesito da escolha do seu mestre.

Abaixo citaremos alguns nomes que fizeram e fazem a história do Muay Thai nacional e que tiveram seu início em Curitiba, alguns deles discípulos diretos do Mestre Naja, inclusive nomes que levaram o nome da cidade, do país e da luta internacionalmente.

Rudimar Fedrigo foi um dos primeiros alunos de Naja, também se destacando na modalidade e se tornando outro Grão Mestre. Rudimar inovou a arte do Muay Thai com o Chute Boxe, destacando-se nacional e internacionalmente..

Fábio Noguchi também foi aluno de Nélio Naja, conquistou faixa preta em 1985 no Rio de Janeiro e tornou-se destaque do Muay Thai, levando o nome de Curitiba a âmbito nacional e internacional, bem como o trabalho de Naja.

Outro grande nome do Muay Thai também é de Curitiba: o Mestre Osmar Dias, tetracampeão brasileiro. Osmarzinho, como foi conhecido nas academias, conseguiu registro no Boxrec (cadastro internacional de boxeadores).

Osmarzinho foi responsável pela formação de outro faixa preta, também nascido no berço do Muay Thai no Brasil, a cidade de Curitiba, o Mestre Fernando Fefê que já atuou fora do país levando o nome do Brasil a nível internacional, quando o assunto é Muay Thai.

Fefê, por sua vez formou diversos faixas pretas, dentre eles destacamos Rafael Teixeira. Professor e atleta, Teixeira há 20 anos se destaca na modalidade com muita determinação e responsabilidade.

Rafael é líder da Teixeira Team, equipe que coordena os treinos de Muay Thai na Arena Academia e além das vitórias conquistadas traz em seu currículo a formação de vários atletas faixas pretas, entre eles citamos: Rodrigo Teixeira, Marcelo França, Jordan Marciano, Luana Mathias, Fábio Alberto, Robison de Souza, Carlos Thaide Diogo, Diego Shaolin, Cristiano Borba e Leandro Pires.

A história do Muay Thai no Brasil começou em Curitiba e por aqui passaram e passam grandes mestres e grandes professores e só quem aprendeu com os grandes mestres, poderá ensinar de forma verdadeira, preservando a tradição, promovendo o conhecimento da arte ensinada e despertando o talento do aluno.


Acesse nosso blog e conheça outras histórias.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Tênis Lifter para LPO: vale a pena usar?

Um dos pilares do CrossFit é o LPO, ou seja, o Levantamento de Peso Olímpico e, para que o exercício seja praticado de forma correta, é preciso atentar para o tênis que se usa na hora do treino.

Ao pensar em tênis para CrossFit já é comum vir à mente um lifter e hoje as grandes marcas de tênis apostam no modelo para LPO.

Você conhece o modelo lifter para LPO?

No nosso post falaremos sobre os modelos, sua utilização e benefícios. Leia mais.


Por que usar tênis Lifter?

Também conhecidos como sapatilhas para LPO, os tênis lifter ajudam a ter um melhor desempenho no levantamento de peso, favorecendo ainda a postura correta nos agachamentos e nos treinos de alta intensidade em geral.

Possui uma altura diferenciada no calcanhar para ajudar na recepção da barra, uma vez que, dependendo do movimento, tende-se a gerar uma sobrecarga na parte posterior,proporcionando assim mais equilíbrio.

No interior do tênis, a parte em que seu pé se encaixa, é mais firme, o que ajuda a ter um contato com o solo mais seguro.

Os tênis lifter ajudarão a levantar mais peso, fazendo o movimento com maior precisão.

São indicados, principalmente, para cargas mais elevadas nos movimentos tradicionais, como snatch e clean and jerk, pois geram estabilidade e conforto nos treinos, melhoram suas qualidades técnicas e podem levar ao tão desejado aumento dos PRs.


Existe modelo ideal?

Por mais parecidas que sejam as sapatilhas ou cada par de tênis lifter, de acordo com a marca, existem peculiaridades.

Cada marca fabrica seu tênis com altura e largura diferentes e isso mostra um produto final também diferenciado.

Além disso, cada pé tem sua anatomia própria e, por isso, o recomendado é que você experimente os modelos das variadas marcas, veja o que melhor se adapta ao tamanho do seu pé e que lhe proporcione conforto na hora dos treinos.


Modelos encontrados no mercado

Ao pesquisar sobre tênis lifter para LPO aparecem, como já dissemos, várias marcas em diversos modelos, e vale a pena ressaltar que a maioria deles é difícil de ser encontrada no Brasil.

Existem modelos exclusivos para levantamento e entre eles citamos a marca Reebok, Nike, Legacy, Adipower e o Romaleos. São mais firmes e duros e, obviamente, mais pesados.

O modelo mais leve é o da Adidas, seguido de outros como o Romaleos e o Legacy, sendo que o modelo da Legacy é o maior na altura do calcanhar, com 22 cm.

Em 2017 chegaram os primeiros lifters brasileiros, fabricados inicialmente em dois modelos pela marca Foost. Também vale a pena experimentar.


Lembre-se sempre que os tênis fazem parte do treino e que buscar por uma academia especializada é fundamental para sua segurança e saúde.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Bujinkan Budo Taijutsu

A Bujinkan é uma entidade internacional de artes marciais, criada e dirigida pelo grande mestre e Soke Dr. Masaaki Hatsumi, e sediada no Japão. Responsável pela divulgação do budo taijutsu ou ninjutsu por todo o mundo, para promover a arte ninja e as nove antigas tradições do guerreiro.

O Budo Taijutsu da Bujinkan detém hoje o legado de nove escolas tradicionais japonesas, que são as seguintes:

_Togakure ryu Ninjutsu;
_Gyokko ryu Koshijutsu;
_Kukishinden ryu Happo Hikenjutsu;
_Shinden Fudo ryu Dakentaijutsu;
_Gyokushin ryu Ninjutsu;
_Koto ryu Koppojutsu;
_Gikan ryu Koppojutsu;
_Takagi Yoshin ryu Jutaijutsu;
_Kumogakure ryu Ninjutsu;

É importante saber que, para um Dojo ser realmente filiado à Bujinkan, o responsável pelo mesmo, seja shidoshi-ho, shidoshi ou shihan, deve ter sua documentação em dia com a Bujinkan Japão, cumprindo assim as determinações de Sensei Hatsumi.

A Bujinkan Budo Taijutsu entrou no Brasil em 1986, espalhando-se por todo país, tendo Dojos nas principais cidades brasileiras e continua crescendo cada vez mais, ganhando status e o reconhecimento inclusive das demais artes marciais. E agora você encontra essa modalidade na cidade aqui na Academia Arena também.

Entre em contato:
(41) 99800-8318
Shidoshi-ho Esther Dettmam Maia
e.maia@sakuradojobrasil.com.br
www.sakuradojobrasil.com.br

Lesionado? Pilates com aparelhos é a solução

Desde a sua criação, há cem anos, o Pilates ganhou popularidade e adeptos no mundo inteiro.

A série criada pelo físico alemão Joseph Pilates se baseia em uma ordem específica de exercícios que obedecem a um ritmo respiratório, exigindo concentração e permitindo ao praticante um maior poder de controle sobre o corpo.

Sua prática apresenta melhora nos casos de estresse, ansiedade e nervosismo, entre outros benefícios, sendo também um grande aliado para quem está lesionado.

No nosso post, falaremos como o Pilates com aparelhos pode ajudar nessa recuperação. Leia mais.


Os benefícios do Pilates

De crianças a idosos, todos podem praticar o método sem restrições, evidentemente, cada um seguindo as orientações dentro da sua faixa etária.

O Pilates trabalha o condicionamento físico, promovendo o alongamento e o fortalecimento muscular, estimulando a circulação e a flexibilidade do corpo e ajudando a evitar possíveis lesões.

Sua prática também contribui para o aumento do equilíbrio corporal e corrige a postura.

Ainda ajuda a emagrecer, além de proporcionar o relaxamento físico e emocional no praticante.

E, como já falamos, o exercício com aparelhos pode ser a solução, caso você esteja lesionado.


Pilates com aparelho x lesões

Se você está lesionado, o importante é atentar para o fato de continuar uma atividade física, aliando prática do exercício com a recuperação do órgão lesionado.

Não é de hoje que atletas estão aderindo ao Pilates com aparelhos para tratar das suas lesões. Médicos e fisioterapeutas orientam de uma forma geral a prática dessa atividade como alternativa de tratamento.

Abaixo elencamos alguns exercícios com aparelhos que poderão ajudar na recuperação de lesões, principalmente as situadas nos ombros, joelhos ou coluna:

Agachamento no Cadilac - esse exercício fortalece os joelhos e também o quadril, ajudando na reabilitação de ambos.

Bridge I - a sequência feita de forma correta vai fortalecer os extensores do joelho, quadril e coluna, sendo uma boa prática para quem está principalmente com o joelho lesionado.

Elephant - o quadril e os flexores dos joelhos serão alongados durante a prática do Elephant.

Supino em prancha - o exercício visa estabilizar a coluna vertebral, cintura pélvica e escapular, além de fortalecer flexores do quadril e extensores do cotovelo.

Fortalecimento em diagonal - os abdutores e extensores horizontais do ombro, rotadores superiores e adutores das escápulas são fortalecidos de uma maneira geral. Indicado para lesões nos ombros.

Além desses, existem vários outros exercícios de Pilates com aparelhos que poderão ajudar no tratamento para a sua lesão e recomendamos que você visite uma academia especializada e comece os treinos.


Segurança e seriedade

Nos aparelhos, as aulas são individuais e o instrutor faz adaptações analisando o perfil e a necessidade de cada aluno. Por isso, o Pilates com aparelhos é o mais indicado para quem tem algum problema de lesão.

Importante ressaltar que todos os exercícios devem ser feitos com a ajuda de um profissional da área, para que a lesão seja recuperada com segurança.

Por isso, os profissionais da Arena Pilates Studio são todos fisioterapeutas capacitados para avaliar o seu caso e orientar a prática de forma adequada.

Você tem algum amigo que está lesionado e deixou de fazer uma atividade física? Compartilhe nosso post para ajudá-lo.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Fazer exercícios aeróbicos em jejum faz bem?

Em uma rápida pesquisa no Google, você encontra vários métodos para perder peso de forma mais fácil e imediata, às vezes até parecendo um milagre.

Mas, por outro lado, as informações sobre como nosso corpo funciona estão disponíveis em todos os lugares e sabemos que milagres não acontecem.

Atualmente, muito se tem falado na prática de exercícios aeróbicos em jejum, uma prática que promete uma perda de peso de forma saudável e rápida.

Se você quer saber mais sobre essa prática, quais suas vantagens e desvantagens e até mesmo se é recomendada, continue lendo!


Como surgiu o aeróbico em jejum?

O termo jejum é definido como a supressão da ingestão de alimentos por um período prolongado.

A ideia de fazer exercícios aeróbios em jejum, também conhecida de AEJ, supostamente surgiu através de Torbjorn Akerfeldt, um pesquisador sueco.

Apesar do nome de Torbjorn ser muito utilizado, não é possível achar o seu artigo escrito sobre essa prática.

De acordo com o GEASE, o Grupo de Estudos Avançados em Saúde e Exercícios, as publicações desse pesquisador eram sobre o processo inflamatório e proteína c-reativa, nunca sobre exercícios aeróbicos em jejum.

Ou seja, grande parte da fundamentação para a prática desse método pode ser falsa ou ter sido interpretada de forma equivocada.

Apesar disso, existem muitas fontes na internet que trazem os benefícios dessa prática.


O que esse método promete?

Antes de falarmos sobre qual a grande promessa desse método, devemos compreender como o nosso corpo produz energia.

A fonte de energia para o nosso corpo é o conhecido carboidrato que, quando combinado com oxigênio, produz a energia que necessitamos para realizarmos nossas atividades metabólicas e, até mesmo, as celulares.

Quando nos alimentamos, nosso corpo passa por uma fase conhecida como anabólica, onde constrói a reserva de energia e armazena glicose no nosso fígado e nos músculos na forma de glicogênio.

Uma parte dos carboidratos também será armazenada como ácidos graxos, as conhecidas gorduras ou lipídeos, que representam a nossa reserva de energia.

Agora que a energia já está estocada, o nosso corpo a utiliza quando necessário, normalmente, pegando das suas reservas. Esse processo é chamado de fase catabólica.

Quando nosso corpo não ingere alimentos e precisa de energia para fazer exercícios, por exemplo, ele irá buscar em outras fontes, podendo tanto utilizar a gordura quanto utilizar o glicogênio, que é armazenado nos nossos músculos.

E, é exatamente aí que se encontra o problema em realizar exercícios em jejum. Você pode realmente perder peso, mas pode estar perdendo massa muscular ao invés de gordura, conforme pesquisa feita pelo GEASE, apontada anteriormente.

Além disso, não há nenhuma prova que a prática de AEJ realmente promova uma perda maior de calorias.

Para solucionar esse problema, alguns adeptos dos exercícios aeróbicos em jejum utilizam suplementos para evitar a catabolização muscular. Porém, ao ingerir o suplemento, o corpo já não estará mais em jejum, fazendo o nome da prática perder o sentido.


AEJ promove uma perda maior de calorias?

Para comprovar que esse método não é eficaz, a revista “O Mundo da Saúde” promoveu uma pesquisa na Faculdade Pitágoras, em Minas Gerais.

A pesquisa teve como objeto de estudo 33 mulheres que foram separadas em diferentes grupos, onde um estava em jejum e o outro não.

O estudo durou 12 semanas e conferiu a massa corporal total, assim como a massa gorda, a massa muscular e o percentual de gordura corporal por meio de bioimpedância tetrapolar (exame feito por nutricionistas e médicos).

Após o tempo de estudo, foi comprovado que as mulheres que faziam exercícios em jejum se sentiam mais desconfortáveis com a prática, tendo dores abdominais, sentindo-se mais cansadas e sem motivação para a prática.

Além disso, a pesquisa provou que os exercícios aeróbicos em períodos de jejum não otimizam a perda de peso.

Se você quiser dar uma olhada mais detalhada nessa interessante pesquisa, acesse esse link.


Por fim, qualquer execução de exercícios físicos causa uma perda de peso maior do que o sedentarismo, mas nem por isso deve ser feita com radicalismo e sem cuidado.

Se você quer perder peso, vá a um nutricionista, tenha uma alimentação balanceada e faça exercícios regulares com o acompanhamento de um profissional.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Porque fazer alongamento antes e após os exercícios físicos?

Sem dúvida, a prática de toda atividade física traz benefícios para o corpo e, consequentemente, leva a uma vida mais saudável para todos que os adeptos.

Mas sabemos também que uma atividade física feita de qualquer jeito e sem as orientações de um profissional, pode comprometer o organismo, levando a lesões sérias.

Uma dúvida muito comum entre frequentadores de academia e praticantes de atividades físicas em si, é sobre a necessidade da prática do alongamento.

No nosso post falaremos do porquê fazer alongamento antes e após os exercícios físicos. Continue lendo!


Por que alongar antes do treino?

Imagine que você trabalha por oito horas seguidas, sentado na frente de um computador e, terminado o expediente, entra no carro e vai até a academia para se exercitar.

Neste caso, o alongamento é de fundamental importância para você deixar a fibra muscular no estágio natural, uma vez que você ficou parado por muito tempo.

A mesma coisa acontece se você optar por treinar na primeira hora da manhã. Seu corpo não está em movimento e o alongamento vai fazer com que a fibra se estenda ao ponto natural que ela está habituada a estirar.

O alongamento permite que seu corpo mantenha a flexibilidade.
Vale informar que um mesmo exercício pode ser aplicado tanto para fazer um alongamento como para o flexionamento, sendo diferenciado apenas pelo grau de estiramento produzido, ou seja, quando você percebe que está forçando seus músculos, já não é mais um alongamento, porque você está intensificando o estiramento ou esticamento desta fibra muscular.
Alongamento após o treino

Após o treino, o alongamento ajuda a recuperar ou relaxar a musculatura trabalhada, melhorando o fluxo sanguíneo no local exercitado e levando mais rapidamente o conforto e a recuperação à fibra muscular que foi exigida nos exercícios.

Nesta fase, no final das atividades, o alongamento deve ser de menor duração e de forma leve, para que realmente cumpra com o papel que é de relaxamento.


Entendendo a necessidade do alongamento


É sabido que a prática de qualquer atividade física deve ser orientada e acompanhada por um profissional especialista no assunto. Isso também acontece com o alongamento, seu treinador é a melhor pessoa para ajudar.

Tendo como objetivo preparar o corpo para os exercícios que virão, o alongamento não deve ser feito de qualquer maneira.

Realizado de forma errada, ele pode atrapalhar no desempenho de alguns exercícios.

O alongamento orientado por um profissional, além de preparar e manter a flexibilidade muscular, também proporcionará outros benefícios para o praticante, entre eles: correção da postura, redução de lesões, relaxamento do corpo, ativação da circulação sanguínea.

Então, se você ainda tem dúvidas em relação à prática do alongamento antes e após o seu treino, converse e peça orientação ao seu instrutor da academia.

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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

É possível ser fitness sendo vegano?

De acordo com pesquisa realizada em 2017, o mercado vegano cresce 40% ao ano no nosso país, ou seja, as dietas veganas estão cada vez mais ganhando adeptos.

Mas, por mais que esse tipo de alimentação esteja se popularizando, ainda restam muitas dúvidas e mitos.

Nesse post iremos falar de forma mais detalhada qual a diferença entre veganismo e vegetarianismo, sobre como manter a saúde com uma dieta vegana, e, claro, se é possível “ser fitness” com esse tipo de alimentação. Continue lendo!

Dieta vegana X vegetariana

Muitas pessoas ainda não conseguem compreender qual a diferença entre uma dieta vegetariana e uma vegana.

Uma pessoa que é vegetariana não consome qualquer tipo de carne, seja branca ou vermelha, mas ingere alimentos que tenham origem animal, como o ovo, leite e seus derivados.

Já o vegano não consome nada que tenha origem animal, ou seja, ele tem uma dieta um pouco mais restrita, não incluindo ovos, leite e seus derivados. Apenas podem ser ingeridos alimentos de origem vegetal.

Como a dieta é um tanto quanto restritiva, normalmente é associada à falta de nutrientes, como cálcio, proteínas e até mesmo carboidratos. Isso é um mito!

Ligamos o cálcio ao consumo de leite, mas ele também pode ser consumido em outros alimentos, como o tofu, a couve e até mesmo no famoso brócolis. Ou seja, um vegano consegue facilmente substituir sua demanda de cálcio através de outras fontes.

Já em relação à proteína, existem muitas do tipo vegetal, que podem ser encontradas no feijão, na lentilha, no brócolis, em cogumelos, na soja e no amado grão-de-bico. Não faltam opções para quem quer uma alimentação rica em proteínas vegetais!

Também é muito falado do perigo de uma criança seguir uma dieta vegana, mas frisamos que se bem planejada, com acompanhamento de nutricionista e um médico, não há problema algum.

Ficando em forma com dieta vegana ou plant based

Normalmente a dieta vegana é associada à perda rápida de peso, o que podemos afirmar que é uma informação falsa. Apesar da alimentação ser apenas de origem vegetal, não necessariamente ela é de baixo teor de gordura.

Para uma dieta vegana realmente promover a perda de peso, é necessário que seja uma dieta balanceada e ligada a uma rotina de exercícios físicos.

Já se você segue uma dieta vegana e está preocupado sobre ganhar massa muscular, saiba que uma boa combinação de leguminosas, como feijão, soja e de cereais, como arroz, aveia e outros, fornece a quantidade de proteínas que você comeria em carnes e ovos.

Podemos citar de exemplo o fisiculturista conhecido como Paru, que é vegano há 14 anos e tem um canal no YouTube para divulgar e conscientizar sobre a musculação vegana.

Ainda internacionalmente temos como exemplo de atleta de alto rendimento o NBA All-star e campeão olímpico de basquete Kyrie Irving, que inclusive participou recentemente de um comercial de conscientização vegana realizado pela Nike, a gigante do mercado de artigos esportivos.

Não se pode deixar de fora também as irmãs tenistas multi-campeãs Serena e Venus Williams, que apesar de um deslize ou outro com sushi, que confessam ser sua fraqueza, são adeptas ferrenhas da dieta mais amada pelos ativistas.

No Brasil, a também conhecida jogadora de vôlei Fernandinha Ferreira, ex-campeã olímpica, se tornou vegana ainda quando competia. Declarações da mesma dizem que ela se sentia melhor, se lesionava menos e se recuperava muito mais rápido.

Se você quer ver mais pessoas que se superam sendo veganos, não deixe e começar a seguir a página Equipe Multiesportiva Força Vegana que mostra atletas veganos nas mais diferentes categorias e esportes.

Por fim, não esqueça que independente da escolha da sua dieta, você deve sempre ter uma orientação médica e um acompanhamento nutricional para ter certeza que suas necessidades nutricionais estão sendo supridas.